| PRÉ-CARNAMETAL PIRACICABA 2011 |
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| PETHALLIAN |
A proposta da banda PETHALLIAN , formada no final de 2009, é mostrar que é possível fazer um Heavy Metal tradicional de alta qualidade usando uma fórmula que normalmente era atribuída somente ao Gothic Metal (um exemplo é o Pettalom, ex-banda de dois dos integrantes) e que se trata do uso de dois vocais, um masculino e um feminino. Neste sentido, a PETHALLIAN tem afirmado que quer ser e já é a primeira banda brasileira a ousar quebrar este paradigma de exclusividade do Gothic Metal, e expandi-lo para uma área mais tradicional e oitentista do som pesado, retomando a energia e a emoção das raízes. A proposta da banda PETHALLIAN, formada no final de 2009, é mostrar que é possível fazer um Heavy Metal tradicional de alta qualidade usando uma fórmula que normalmente era atribuída somente ao Gothic Metal (um exemplo é o Pettalom, ex-banda de dois dos integrantes) e que se trata do uso de dois vocais, um masculino e um feminino. Neste sentido, a PETHALLIAN tem afirmado que quer ser e já é a primeira banda brasileira a ousar quebrar este paradigma de exclusividade do Gothic Metal, e expandi-lo para uma área mais tradicional e oitentista do som pesado, retomando a energia e a emoção das raízes.
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WARFIRE
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Oriunda de Tatuí,
no interior paulista, a banda WARFIRE é composta por: Cerbo (Bateria), Paulo
(Baixo) Gamba (Guitarra) Andrews (Guitarra) e Loiz (vocais), tendo sua
sonoridade calcada num Heavy Metal, violento e direto!
Seus
integrantes, remanescentes de outros projetos, sempre encontraram dificuldades
em montar um grupo engajado em fazer um trabalho sério... Após o coincidente
término de suas respectivas bandas decidiram se unir em meados de março de
2010, na tentativa de desenvolver algo sólido. Atualmente,
a WARFIRE, concentra-se na composição de material próprio e nos preparativos
para gravação de sua primeira Demo, prevista para o primeiro semestre de 2011.
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| NECROMESIS |
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Em 2006, o conta-baixista Victor Prospero resolveu juntar alguns amigos para tocar covers de Testament, Carcass, Kreator e Gorefest. Com Carlos Prospero e Douglas nas guitarras e Denis Oliveira na bateria, a banda, que ainda não tinha nome definido, se apresentava em pequenos eventos no ABC paulista. Em 2007, após a saída de Carlos e Douglas, Fernando Ferrerira e Daniel curtolo passaram a comandar as guitarras. Nessa época, a banda começou também a compor músicas próprias.
Com a saída de Fernando, o trio adotou o nome de NECROMESIS, e passou a dedicar-se integralmente às composições próprias. Pouco tempo depois, por motivos de saúde, Denis Oliveira deixou o trio. Gil Oliveira, que já tocava com Victor e Daniel em outro projeto, assumiu então as baquetas, trazendo novas idéias que influenciariam as futuras composições musicais da banda.
Em 2009, lançaram a demo "THE DARK WORKS OF ART", com histórias de terror como temática central.
Atualmente a banda faz shows divulgando esse material, enquanto trabalha em novas musicas que farão parte de um EP, ainda sem data de lançamento definida.
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DR. OVERDRIVE
A DR.OVERDRIVE é uma banda de Piracicaba formada em Fevereiro de 2009. E traz a
proposta de tocar os melhores clássicos do Hard Rock, com a pegada e energia
que esse estilo pede. Abrindo shows para grandes bandas do cenário
Heavy Metal nacional, como Shadowside, Seventh Seal e Metalmorfose, a DR.OVERDRIVE vem se consolidando como uma banda que tem o que é necessário para
fazer o público balançar a cabeça.
A banda teve
seu início quando Renato Saldanha ( Guitarra) ( ex Black Box, hoje atual
Seo Roque), convidou Du Pompermayer ( Vocal) ( ex Draupnir e Savatage Tribute)
e Tiago Correa ( Bateria) ( ex Bus Stop, Exódia e Fire House Tribute),
para montar uma nova banda de hard rock que representasse a explosão do rock and
roll, e assim animar e contagiar os bares da região. Mas ainda assim faltava um
baixista. Foi quando Leo Picoli responde a um anúncio colocado no perfil do
orkut, sendo este entrevistado pelos os outros integrantes da banda, e
escolhido como o baixista oficial. Desde então a DR.OVERDRIVE vem se apresentando em
palcos da região, buscando sempre tocar um repertório alucinante e empolgante. A formação atual conta com Du
Pompermayer (Vocal), Renato Saldanha (Guitarra), Leo Picoli (Baixo) e Tiago Correa (Bateria).
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| RAZEK |
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Com ideais fortes, e competência naquilo que se
propõe a fazer, a RAZEK iniciou suas atividades em junho de 2009, num
repertório de músicas próprias. A RAZEK começou com as composições, que até então só existiam nas partes
de guitarra. Hoje, contam com aproximadamente 15 músicas próprias, e diferentes
sets para shows. Os temas das letras oscilam entre pensamentos do homem
moderno, histórias de filmes e crítica social. Seja na poderosa
"Fight", como um impulso de auto-estima, nos breakdowns de
"Protector of the Castle" - metáfora do núcleo familiar, na pegada
matadora de "Exile of Tragedy", relatando o arrependimento de um assassino
e seu caminho à loucura, ou nos questionamentos postos em As well as a Machine,
inspirados no livro "A Sociedade do Espetáculo", de Guy Debord.
E os gêneros? A banda, apesar de se intitular Thrash/ Death metal, não
se limita aos clichês dessas vertentes, procurando captar elementos de outros
ritmos (jazz, funk) e outras influências no heavy metal,dando uma abrangência
musical e maior caracterização dos sons. Como influência, busca inspiração em
bandas como Death, Necrophagist, Martyr, Revocation, Testament, Opeth, Slayer e
outras.
Para 2011 a RAZEK pretende ampliar seu repertório de músicas próprias
formando um set mais versátil e pensando em fazer novas gravações para divulgar!
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STATIK MAJIK
Adianta rotular o som da banda carioca STATIK MAJIK como heavy, metal ou stoner? Melhor dizer que a música sempre foi tão importante nesses 7 anos de existência do grupo, que o caminho para o reconhecimento tem sido galgado passo a passo e no seu próprio tempo. Luis Carlos, o Majik em pessoa, desejou fazer de suas baquetas, o coração da nave mágica que trouxe à bordo sons inspirados em grupos como Black Sabbath, Blue Cheer, Cathedral, Trouble e Candlemass. "Be Magic!", a primeira demo aterrissou em nosso planeta em 2003, com apenas seis meses de existência. Na sequência vieram duas coletâneas: “Locos Gringos Have a Party” (Coletânea com bandas de Stoner da América do Sul) e “Extreme Underground 2”. Isso foi dando estofo ao grupo até ser lançada “Utopia Sunrise”, a segunda demo-tape de 2004 com 6 composições, que mostrou uma pequena e significativa ousadia ao incluir um tecladista, legando à banda um som mais clássico. No ano seguinte, uma coletânea em vinil “Warriors of Dark Sun” ajudou a dar mais impulso ao grupo, apesar dos inevitáveis (muitas vezes necessários) conflitos internos. Uma nova formação gravou as 4 faixas de “Redemption” em 2007, mas os velhos problemas se repetiram na gravação do EP promocional “Shadows of Hope”.
Nesse período, o fundador Carlinhos, vulgo Luis Carlos, me chamou (um xará) para dar uma assistência na gravação da guitarra no estúdio HR no Rio de Janeiro. Conversamos bastante sobre como manter uma banda ativa e unida durante muitos anos e após os problemas terem sido detectados e solucionados, a STATIK MAJIK caminha de vez para o seu auge. Com novíssima formação, com Artur Círio na guitarra e vocais de apoio e Thiago Dominogorgoth no baixo e vocal principal, a banda está finalizando o álbum “Stoned On Musik” que tem produção de Flávio Pascarillo (baterista das bandas Nordheim e Tribuzy), um trabalho que pela primeira vez, faz juz à banda.
Carlos Lopes (produtor e guitarrista da banda Mustang e editor do site/revista O Martelo)
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